Brasileiras fazem uma cirurgia de aumento de mama a cada 5 minutos

Tamanho do silicone deve considerar largura do tórax e dos ombros.
Saiba os cuidados necessários na anestesia, cirurgia e no pós-operatório.

A lei da gravidade é implacável também com os seios femininos, e uma hora eles caem. Muitas mulheres recorrem às próteses de mama, que exigem alguns cuidados na anestesia, na cirurgia e no pós-operatório.

O Bem Estar desta terça-feira (8) falou sobre como é feita a escolha do tamanho mais adequado para cada mulher, de quanto em quanto tempo é preciso fazer a troca, e a interferência do silicone na amamentação e em exames como a mamografia – que é nula, desde que bem feito.

Silicone (Foto: Arte/G1)

O silicone não serve só para aumentar a mama, mas também para modificar a forma e corrigir eventuais irregularidades, como assimetrias (que atingem 30% das mulheres).

Aos 18, 19 anos, os seios param de crescer. Se eles caírem, existe cirurgia, que não precisa incluir silicone.

As próteses de mama foram criadas nos anos 1960 por um cirurgião inglês e, na época, eram mais duras e redondas, feitas de silicone líquido e material sintético. Até o início dos anos 2000, os modelos mais vendidos não chegavam a 200 ml. Hoje, os mais pedidos e usados são os de perfil alto e 300 ml. E há também os implantes ajustáveis.

O maior problema, em geral, é uma rejeição do organismo da mulher. Por isso, a cirurgia precisa ser feita com um profissional qualificado.

Os seios são basicamente formados de músculos, tecido mamário e gordura no meio. Uma mama pequena pesa cerca de 200 g, uma média 300 g e, a partir de 400 g, ela é considerada grande, de acordo com o ginecologista

Cuidados no pós-operatório
Pode haver dor nos primeiros dias, ainda mais com movimentação dos membros superiores, o que é controlado com analgésicos. É recomendado um sutiã de maior contenção das mamas.

Fazer ginástica só é permitido a partir de um mês, com consentimento médico. Membros superiores não devem ser trabalhados. Com o aumento abrupto das mamas, as estrias pré-existentes podem se tornar mais salientes.

SUS
Segundo o Ministério da Saúde, em 2010 foram realizadas 1.704 cirurgias de plástica mamária pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o que representa mais que o dobro do total de 2007 (786). O governo investe cerca de R$ 1,5 milhão por ano para o custeio desse tipo de atendimento.

A cirurgia é indicada para os seguintes casos:

– Reconstrução da mama após diagnóstico de câncer (pós-mastectomia com implante de prótese)
– Filarioses (doença parasitária em que um dos tipos é conhecido como elefantíase ou filariose linfática)
– Lipodistrofia na região da mama (distribuição anormal da gordura corporal)
– Hipertrofia (aumento) da mama
– Ausência congênita dos seios
– Outras malformações congênitas da mama
– Queimadura de terceiro grau e/ou sequelas de queimaduras

Vale lembrar que essa é uma cirurgia indicada não apenas às mulheres – os homens também podem fazer plástica mamária pelo SUS em casos de lipodistrofia e hipertrofia.  A lipodistrofia atende, ainda, pacientes com HIV, pois o uso de antirretrovirais pode resultar no problema.

Fonte:http://g1.globo.com

Bem vindo inverno!!!!

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Feliz Dia dos Namorados!!!!!

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Feliz Dia das Mães!

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Dia do Trabalhador!

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9 tratamentos para melhorar a aparência da região íntima

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Pele escurecida, tamanho dos grandes e dos pequenos lábios, do clitóris e do monte de vênus. São muitos os motivos que levam mulheres aos consultórios de cirurgiões plásticos e dermatologistas para melhorar a aparência da vulva, região que compreende toda a genitália feminina, incluindo a vagina (embora a grande maioria da população se refira a todo esse conjunto como a vagina, vale reforçar que ela é o canal interno do órgão sexual feminino e parte do aparelho reprodutor).
O UOL conversou com cirurgiões plásticos e dermatologistas para conhecer quais são os tratamentos que podem ser realizados por quem quer deixar a área íntima mais bonita:
Laser
O laser estimula a produção de colágeno, ajudando a clarear a pele. Na área externa, utilizamos o laser fracionado. Ele provoca pequenos ‘furinhos’ na pele, estimulando a produção de colágeno e, com isso, melhora o aspecto da pele deixando-a mais clara.
Radiofrequência
Os aparelhos de radiofrequência liberam uma energia diferente da do laser para deixar a região íntima mais clara. As ponteiras do aparelho encostam na pele e massageiam toda a área com movimentos circulares, dos grandes aos pequenos lábios. O objetivo é melhorar a rigidez da pele, que, muitas vezes, fica flácida com o passar da idade. O tratamento libera calor e estimula a produção do colágeno na região.
Labioplastia ou ninfoplastia
Conhecida como correção da hipertrofia dos pequenos lábios, a labioplastia é o tipo de cirurgia íntima mais realizada no Brasil. Esse aumento dos pequenos lábios faz com que as pregas de pele, que deveriam ficar na parte interna da vulva, fiquem expostas. Isso dá o aspecto de pele sobrando e flacidez, o que constrange muitas mulheres, principalmente na hora do sexo ou quanto colocam uma calça mais justa. O procedimento cirúrgico é simples e feito com anestesia local e sedação. Ele leva cerca de 40 minutos e a paciente é liberada no mesmo dia. A maioria opera na sexta e já volta a trabalhar na segunda-feira. O que deve ser evitado são banhos muitos quentes. A relação sexual é liberada apenas depois de um mês.
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Preenchimento com ácido hialurônico ou gordura
Esse tipo de procedimento tem sido feito com frequência por conta da atrofia vulvar que acontece com as mulheres quando elas passam dos 35 anos. Durante o processo de envelhecimento, há uma queda nos níveis hormonais e a vulva vai perdendo o volume e elasticidade. Para aumentar o volume, tanto dos grandes quanto dos pequenos lábios, o preenchimento pode ser feito de duas maneiras: com ácido hialurônico ou com gordura. Enquanto o primeiro age de forma temporária para melhorar o aspecto estético da região, o segundo é definitivo e feito com a própria gordura do corpo, diminuindo riscos de rejeição.
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Lipoaspiração do monte de vênus
Consiste na redução da região que fica acima do púbis, onde ficam os pelos. Essa é aquela gordurinha que se acumula e acaba marcado na calça, constrangendo muitas mulheres. Na maioria dos casos, é retirada com uma lipoaspiração. O procedimento também é de baixo risco e, para ser realizado, a paciente é sedada e recebe anestesia local.

FONTE.

Feliz Páscoa!

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7 de Abril, Dia Mundial da Saúde!

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Homens superam “tabu” e procuram mais Cirurgias Plásticas

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Quem pensa que cirurgia plástica é coisa só de mulher está enganado. De acordo com um levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), em 5 anos a busca de homens por procedimentos cirúrgicos quadruplicou no Brasil, passando de 72 mil para 276 mil ao ano, uma média de 31,5 procedimentos por hora.
Ainda de acordo com o levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, os procedimentos estéticos, mais procurados entre os homens, varia de acordo com a idade.
Na infância até juventude a otoplastia (correção das orelhas em abano) é mais comum. Já na faixa de 20 a 30 anos, a procura fica entre a ginecomastia (cirurgia para correção das mamas masculinas) e a rinoplastia (plástica no nariz), além da otoplastia. De 30 a 40 anos, os homens se interessam mais pela lipoaspiração, lipoescultura e implantes capilares, este último também entra na faixa de 40 a 50 anos. A blefaroplastia (cirurgia nas pálpebras) é bastante requisitada por homens com idades de 50 a 60 anos. Acima de 60 anos, a ritidoplastia (lifting facial ou tratamento cirúrgico das rugas do rosto) é a campeã de pedidos.

fonte.

Cigarro não combina com Cirurgia Plástica

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1- Fumar compromete a função cardiovascular e pulmonar, aumentando os riscos durante e após o procedimento.

2- Os pulmões dos fumantes não respondem da mesma forma que os de não fumantes à anestesia, o que aumenta os riscos.

3- Fumantes tem processo de recuperação mais longo e a cicatrização é prejudicada.

E então, já largou este vício? Se você está planejando se submeter a um procedimento aproveite a oportunidade e deixe esse hábito de lado!

FONTE.